Buona Giornata

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A nossa fé se pode ver

O sol na chuva

Voltávamos de um encontro com um grupo de jovens. Na saída do Metrô, de repente, a chuva. Os minutos passavam e a chuva aumentava... Não dava para voltar até ao Arsenal. Na saída, alguns homens gritavam: “olha o guarda-chuva, olha o guarda-chuva...”. Um deles se aproximou e de repente nos disse: “Vocês não são do Arsenal? Eu fiquei lá um tempo. Lá encontrei ajuda. Querem um guarda-chuva? Eu empresto para vocês”. Sentimos dentro um grande sol brilhando.


Aniversário de casamento: 48 anos!

Com grande alegria, festejamos hoje os 48 anos de casamento de Marilena e Alfonso. A presença deles aqui no Arsenal da Esperança, ajudou muitos a se sentirem queridos. Isso com centenas de horas de serviço voluntário, com pequenos gestos: arrumando roupas, costurando, rezando. "O SIM verdadeiro é o SIM dito para sempre". PARABENS!

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Nós nas bodas de Caná

João 2,1-11

Naquele tempo, houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente.
Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento.
Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”.
Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”.
Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”.
Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros.
Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram.
O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água.
O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!” Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele.


Video da encenação do Evangelho das bodas de Caná com os jovens do Anchietanum e os acolhidos e amigos do Arsenal da Esperança.

Anchietanum 2013 no Arsenal da Esperança

Vídeo sobre as atividades desenvolvidas no Arsenal da Esperança com os jovens do Anchietanum (janeiro 2013).

Como uma rocha...

O Arsenal da Esperança é como uma rocha que, 
no silêncio, 
todo dia,
se deixa levigar, formar e também desgastar
pela passagem incessante de milhares de pessoas.

Obrigado aos jovens da paroquia Santa Luzia

Os jovens da paroquia Santa Luzia, nas semanas passadas, arrecadaram doações para confortar as pessoas que pedem ajuda no Arsenal da Esperança. Hoje foi o dia da entrega e foi grande a alegria em conhece-los! O nosso OBRIGADO por este gesto de solidariedade.



Ano da Fé: rezar com os ícones

Deus se revela por palavras, mas também se revela por imagens, como ensina a Igreja ortodoxa. Cristo, “a palavra de Deus” (Jo 1,1) é também “a imagem do Deus invisível” (Col 1,15; Jo 1,18). Por esta razão, São Teodoro (759-826) dizia que “tudo o que está gravado com papel e tinta nas Escrituras, está gravado nos ícones com vários pigmentos e outros materiais”.

 


 No Ano da Fé, a Fraternidade da Esperança inicia, nesta terça-feira promove uma série de encontros chamados “A NOSSA FÉ SE PODE VER”. Vamos rezar e refletir a partir dos ícones, que são uma espécie de “janela aberta para o divino” e que nos remetem para uma mensagem de fé, a “visão do Invisível” (Hb 11, 1). Começaremos com o tema “JESUS”, ajudados pelo ícone do Cristo Pantocrátor, um dos mais significativos e difundidos da iconografia oriental.  

Como sempre, os encontros são abertos a todos que quiserem crescer junto conosco, na esperança e na vontade de fazer o bem. Terça-feira, 20h, no Arsenal da Esperança.

Luz Divina

"Para cuidar de si, precisa cuidar dos outros". Com estas palavras, Padre Alexandre Raimundo de Souza, sj (da casa jesuíta Anchietanum) concluiu a Santa Missa de hoje. 
Logo em seguida, a assembleia se despediu com as notas da musica "Luz Divina" cantada pelo coral do Arsenal da Esperança e acompanhada pelas vozes dos jovens do Anchietanum.


O Haiti é aqui... na sala número cinco

“Eles têm uma fala diferente” – comentam os acolhidos da casa – e todo dia, por volta de 19h, se encontram com a Sônia e o Alexandre. Também hoje a sala número 5 da Alfabetização está lotada: “Todo dia é assim, eles vêm para aprender nosso idioma... São haitianos, africanos, alguns asiáticos. Muitos chegam aqui falando apenas o crioulo francês, mas são alunos muito esforçados... um deles já escreveu um poema em português! – diz a Sônia, entusiasta.
Hoje foi um dia especial: a “aula” foi um momento de encontro e de partilha com Antenor Rovida, que acabou de voltar do país caribenho onde acompanhou um projeto de ajuda humanitária no departamento de Nippes (sul do Pais).

A sala número cinco tornou-se uma “pequena Haiti”, uma “casa-ponte” entre a memória (muitas vezes dolorosa) da terra de origem e “sonho brasileiro”!

É preciso AMAR!

Toda vez que um Grupo da “Floresta que Cresce” sai do Arsenal da Esperança para fazer uma “Ação”, não é apenas para fazer, mas é PARA AMAR, compartilhando um pouco de nosso coração, entendimento, forças, esperança. Na maioria das vezes, não sabemos exatamente se isso será útil, eficaz, transformador, duradouro... mas sabemos que é coisa boa, solidária, gratuita, transparente, colocada à disposição de Deus e de quem nos acolhe.

Os padeiros, que trabalham durante a madrugada para nos dar o pão, na maioria das vezes não conhecem as pessoas que comerão aquele pão, mesmo assim misturam farinha, água e fermento em quantidades certas para que se alimentem bem.

Todos nós deveríamos ser um pouco como os padeiros que, se revezando dia e noite, produzem pão para quem tem fome e rezam para que o Senhor transforme aquele pão em conselho, conforto, coragem, o que Ele quiser...

Se o nosso coração e a nossa mente fazem isso com pureza, cada nossa ação será importante como o pão e, de repente, depois de muito tempo, a gente descubre que aquele gesto, aquela palavra, aquela ação... foram fundamentais para alguém, fizeram a diferença entre a vida e a morte. É preciso AMAR! Esta é a nossa bandeira, a nossa primeira tarefa.

Fraternidade da Esperança

3ª VIRADA INCLUSIVA (também) no Arsenal da Esperança, com a tradicional Tarantella...

VIRADA INCLUSIVA 2012

Acontece, de 1 a 3 de dezembro de 2012, a 3ª Virada Inclusiva realizada pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Os locais e as atrações terão acessibilidade física e de comunicação. Homenagens a artistas plásticos são destaque desta edição

A programação inclui uma adaptação do musical Cats por atores com deficiência intelectual, atividades paradesportivas como goal ball e vôlei sentado, passeio ciclístico, roda de choro inclusiva, contação de histórias em Libras e atrações para todas as idades.

No sábado (dia 1º), abrindo o evento, acontece a já tradicional Passeata do Movimento Superação, com saída às 10h da Praça Oswaldo Cruz e destino ao MASP.

Um dos destaques da programação deste ano é a forte ligação com o mundo das artes plásticas. Durante o evento, a pintora mexicana Frida Kahlo, que na infância teve poliomielite, será lembrada com a exibição de painéis com fotos e imagens inéditas de obras.

Também no sábado, às 14h, a rua Oscar Freire (Jardins) será palco de uma apresentação especial do Walking Gallery, em que artistas com e sem deficiência desfilam carregando suas obras entre o público. O olhar inclusivo nas artes continua com atrações em espaços como o Museu de Arte Moderna (MAM), Museu Afro e Pinacoteca do Estado.

Tarantella no Arsenal da Esperança 02.12.12

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CONTA COMIGO 2012: UM PUNHADO DE JOVENS PODE MUDAR O MUNDO...

Sábado, 19 de maio, no Arsenal da Esperança e redondezas, por ocasião do 3° Encontro “CONTA COMIGO”, vimos como poderia ser nossa cidade! Vimos jovens preparar comida para quem está com fome, camas para acolher quem está sem casa, roupa para vestir quem está com frio... Vimos outros jovens visitar idosos em um asilo, encenar uma pequena peça para alegrar crianças especiais, varrer uma praça abandonada... tudo isso sendo ajudados pelos amigos acolhidos no Arsenal... Enfim, vimos uma cidade brilhando!

Promovido pela Fraternidade da Esperança, o encontro tinha por objetivo colocar à disposição da juventude um pouco da experiência e das atividades do Arsenal e, sobretudo, compartilhar com eles a convicção de que um punhado de jovens pode mudar uma cidade.

“Quando em 1964 fundamos o SERMIG (Serviço Missionário Jovens), sonhávamos em derrotar a fome no mundo” – argumenta Ernesto Olivero, presente no evento. “Eu tinha 20 anos e um dia participei de uma palestra com Roger Schutz, de Taizé. Ele tinha uma voz bonita e dizia: ‘um punhado de jovens pode mudar uma cidade’ e eu acreditei. Um dia – continua Olivero – em um encontro de sensibilização no combate à fome, um jovem se levantou e, olhando para mim, fez uma pergunta seca e direta: ‘Onde o senhor vai dormir nesta noite? Sabe que nessa cidade centenas de pessoas como eu vão dormir nas ruas?...’. Aquela pergunta mudou a nossa vida, porque nos ajudou a ver a tragédia do mundo assim como ela é e a fazer algo de concreto para dar uma resposta”.

Sábado de manhã, os acolhidos do Arsenal da Esperança reproduziram aquela cena dirigindo as perguntas para os jovens sentados no chão: “Eu estou sem casa... Eu saí da cadeia... Eu quero me livrar das drogas... E vocês, jovens, o que vocês fariam?”. A experiência de quase 50 anos de SERMIG - Fraternidade da Esperança nos diz que ninguém é tão jovem que não possa dar uma resposta a perguntas tão difíceis. Compartilhando o pouco que temos, é possível construir uma grande história em que nos formamos a nós mesmos e, enquanto isso, transformamos a cidade. Juntos é possível. Quer ver?

Os 250 participantes foram divididos aleatoriamente em 15 grupos, cinco para realizar ações externas ao Arsenal, enquanto os outros se espalharam por todos os cantos da casa, cada um sendo orientado por uma equipe de voluntários, funcionários e acolhidos. Prepararam louças, copos e talheres para servir as 1200 refeições da noite, arrumaram 150 camas, cuidaram da limpeza dos pátios, dobraram centenas de toalhas na lavanderia, construíram simpáticos bonecos com material reciclável, montaram três bancos de madeira na marcenaria, aprenderam a fazer o pão na padaria, arrumaram as prateleiras do bazar e as estantes da biblioteca... Por volta de meio dia, todos se reencontraram para ver as fotos daquilo que foi feito.

É claro que não derrotamos a fome no mundo, porque não dá para mudar o mundo de uma vez só, mas a casa – e as outras em que foram ajudar – estavam prontas e bem arrumadas para acolher centenas de homens, mulheres e crianças. Sabemos que para muitos a atividade foi cansativa, até difícil mas, fazendo, sentiram que praticar o bem não é apenas “porque eu gosto”, mas é porque acredito... Fazer o bem não é PARA MIM, mas é principalmente PARA OS OUTROS... Fazer o bem significa aprender a fazê-lo.


O resultado daquilo que os jovens do “CONTA COMIGO” realizaram nesse sábado não foi apenas uma foto bonita para curtir, mas centenas de pequenos gestos que se tornaram resposta concreta e esperança na vida de alguém... Se hoje, amanhã e depois de amanhã, continuarmos a acreditar que isso não foi apenas um dia diferente, mas aquilo que podemos ser todos os dias, então esse punhado de jovens poderá mesmo mudar essa cidade. É possível, somos feitos para isso.

Retratos da família italiana em São Paulo

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